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As empresas têm buscado, cada
vez mais, associar sua marca ao meio ambiente, a modos de
produção limpa e sustentável. O reconhecimento pelas ações
de responsabilidade ambiental, traduzido na associação desse
conceito à imagem institucional, é algo que, em geral, exige
investimentos simbólico e financeiro significativos; demanda
uma postura estratégica para a qual o conhecimento específico
sobre como chegar a esse resultado é algo imprescindível.
A maior parte dos investimentos privados em projetos ambientais
surge de instituições que exercem atividades de risco ambiental
acima da média e que desejam construir ou reparar sua imagem
perante a sociedade. As empresas que geram poluição, mesmo
que em um nível “esperado”, dentro dos padrões legais e aceitáveis
ambientalmente, podem ter sua imagem abalada. Barreiras comerciais,
alta tributação e burocracia são alguns dos obstáculos capazes
de surgir a partir dessa situação.
Cientes disso, grande parte das companhias de eletricidade,
petrolíferas e outras que se utilizam diretamente dos recursos
naturais tratam de desenvolver ações que demonstrem seu comprometimento
com o desenvolvimento sustentável e com o meio ambiente, através
de projetos sócio-ambientais e suas variações. Do projeto
à prática Existem diversas formas de se projetar e realizar,
em uma empresa, projetos e programas vinculados ao meio ambiente
que visem não somente melhorar a relação com o ecossistema,
como também valorizar a marca, ampliar mercados e, inclusive,
obter retorno financeiro.
A certificação ISO 14.001 é, certamente, uma das formas mais
conhecidas de se desenvolver um projeto ambiental. Existem
também projetos de educação ambiental interna e externa,linhas
de financiamento para projetos ambientais de ONGs, neutralização
das emissões de carbono e, ainda, uma das mais eficientes
ambientalmente – apesar de pouco divulgada –, e de melhores
resultados de marketing para a empresa: a constituição de
uma RPPN, ou seja, Reserva Particular de Patrimônio Ambiental.
Para a RPPN há verbas públicas destinadas ao investimento
privado em projetos ambientais (esperando bons projetos para
serem liberadas).
É claro que, nesse processo, existe uma certa burocracia,
visto que geralmente os valores não são pequenos e que o dinheiro
é público e necessita de controle. Mas o lamentável é que
faltam projetos bem feitos para a aplicação dessas verbas.
No ano de 2006, foram liberados R$ 20.000.000,00 para projetos
de meio ambiente pelo FNMA – Fundo Nacional do Meio Ambiente,
por exemplo, e existem outros fundos com mais verba. Sobraram
recursos e faltaram projetos ambientais adequados e pertinentes.
Esses números são suficientes para apontar o potencial da
opção por associar a marca de uma empresa ao meio ambiente
– ou seja, não é tarefa inviável economicamente, muito menos
sem retorno simbólico e financeiro. Nessa direção, a Ecossis
Soluções Ambientais, de Porto Alegre, se responsabiliza em
constituir uma RPPN na área da empresa, através de projeto
para sua formação.Este inclui as etapas de prospecção
de recursos financeiros junto ao governo e à iniciativa
privada para a elaboração do plano de manejo
documento que traça as diretivas de uso da reserva
baseado em estudos ambientais prévios , a redação
do projeto em si, além da administração
da área.
Como funciona a RPPN
Uma Reserva Particular de Patrimônio Ambiental é
uma modalidade de unidade de conservação, que
pode levar o nome da empresa e deve estar situada em terras
particulares. Atividades como eco-turismo, educação
ambiental, pesquisas, construção e administração
de pousadas, entre outras, são permitidas no interior
dessa área. Há um grande potencial para este
tipo de projeto, uma vez que as áreas sob o domínio
da Mata Atlântica possuem linhas especiais financiamentos
para projetos ambientais, e o Rio Grande do Sul tem larga
extensão desse tipo de vegetação.
As empresas interessadas devem desenvolver um projeto ambiental,
preferencialmente associado a uma campanha de marketing, após
verificar a área adequada para a constituição
da reserva. Contando com a motivação da empresa
e uma área disponível e de relevância
ambiental, o passo seguinte é a busca de recursos.
Existem diversas formas de se conseguir apoio para esse tipo
de iniciativa. A Ecossis conhece o processo e desenvolve projetos
adequados a esse propósito. Com a liberação
da verba, começam os trabalhos para o desenvolvimento
do plano de manejo e do diagnóstico completo dos recursos
naturais, por meio de textos e mapas. Nesta etapa, a RPPN
já está criada e existe formalmente; porém,
ainda não encontra-se em condições de
ser explorada em todo o seu potencial.
Após o plano de manejo ser concluído (o que
pode demorar alguns meses, pois é um trabalho técnico
complexo e detalhado), ele é encaminhado para a avaliação
do IBAMA, órgão responsável por sua homologação,
de modo que possa ser feita a implementação
do plano de manejo. Nessa etapa final do projeto ocorre, entre
outras, a montagem das trilhas previstas, o cercamento de
áreas e a colocação de placas indicativas.
O tempo de conclusão de tais ações do
plano pode variar de acordo com o tamanho da área e
do uso que se pretende dar à reserva. Começa,
então, um processo contínuo de administração
e educação ambiental, para o qual é permitido
cobrar ingresso e estabelecer o percurso dos usuários
no local, de modo a perseguir a sustentabilidade do projeto,
sem onerar a empresa em nenhuma das etapas.
Equipe da Ecossis (Corpo diretivo)
Gustavo Duval Leite (Biólogo), Juliano de Souza Moreira
(Biólogo).
Corpo Técnico
Arrenuis Igor Bettiol (Engenheiro Agrónomo),Carolina
Feijó (Técnica Quimica), Humberto Sasso (Engenheiro
Civil), Karen Machado (Advogada), Márcio Ribeiro (Arquiteto),
Nicolas Mascarello (Biólogo), Rodrigo Oliveira (Geólogo).
Saiba mais:
www.ecossis.com.br
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